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05.05.2017
É necessário planejar o tão sonhado momento da aposentadoria

Segundo consultora em desenvolvimento de pessoas, mais importante que sonhar com a chegada da aposentadoria, é se planejar para vivê-la da melhor forma possível

Aposentadoria: palavra desejada pela maioria dos brasileiros. Pelo menos é o que comprova a última pesquisa do Instituto Datafolha sobre o assunto. Segundo o órgão, apenas 23% das pessoas esperam deixar o mercado de trabalho depois dos 60 anos. Outros 24% querem se aposentar entre os 56 e 60; enquanto 21% gostariam de dar o “the end” nas páginas da carteira de trabalho antes disso. Entretanto, na mesma medida que a vontade de “abandonar as chuteiras” cresce entre a população, uma pergunta derradeira também deveria fazer parte do cotidiano de todos os trabalhadores: como se preparar para esse tão sonhado momento?

Segundo a consultora em desenvolvimento de pessoas Tânia Zambelli, com mais de 30 anos de carreira e experiência nas áreas de gestão de RH e consultoria organizacional, o planejamento estratégico é o melhor caminho para uma aposentadoria tranquila. “Não basta apenas querer aposentar. É necessário planejar essa aposentadoria por anos a fio, ou seja, traçar estratégias para quando ela chegar. Nesse processo vale, primeiramente, se perguntar ‘o que vou fazer depois de sair do mercado: investir em uma nova carreira? Retomar um antigo sonho que ainda não se concretizou?’ Questões como essas e outras devem fazer parte das reflexões do trabalhador, mesmo quando ele ainda tem uma vida profissional ativa, fase que, na maioria dos casos, é compreendida entre 21 e 56 anos”, explica.

Tânia afirma que um bom plano para a pós-aposentadoria, o qual ela chama de “gerenciamento de vida futura”, varia conforme os valores e objetivos nos quais cada pessoa acredita. O primeiro é para aqueles que querem continuar no mercado, mesmo estando formalmente aposentados. “Neste caso, vale buscar o aperfeiçoamento e focar no estudo desde a juventude. Só assim é possível construir uma imagem profissional respeitada, independentemente se você tiver 50, 60 ou 70 anos”, ressalta a especialista, acrescentando que para os competentes sempre há espaço nas empresas. Prova disso é que a busca por profissionais na casa dos 60 vem aumentando. Só no último ano, 4,5 milhões de idosos estavam com a carteira assinada no Brasil, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esse público, em sua grande maioria, possui um diferencial precioso em relação aos mais jovens: inteligência emocional para enfrentar um mercado cada vez mais instável e sagaz, além da rica experiência de vida.”

Já o segundo plano é para aqueles que depois de saírem do emprego formal, querem empreender. Essa decisão, conforme pontua Zambelli, jamais deve ser tomada do dia para a noite. É necessário, por exemplo, que o trabalhador tenha uma boa reserva financeira, feita com anos de antecedência, um networking bem fundamentado, elaborado ao longo da antiga carreira e, claro, paixão pelo novo caminho a ser traçado. “A dica para quem quer dar um novo rumo à vida profissional após se ‘despedir’ de uma carreira é ousar sem ser deslumbrado em excesso, ou seja, reunir o encantamento com esse novo projeto e ao mesmo a expertise de uma longa trajetória de trabalhos anteriores. Assim fica mais fácil lidar com as incertezas e eventuais frustrações que podem surgir no caminho”, detalha a Coaching.

Por fim, Tânia também ressalta que um plano de vida para o pós-aposentadoria, precisa ser feito até mesmo por aqueles que pretendem viver de “sombra e água fresca” ou de trabalhos voluntários. “Quem deseja gozar da aposentadoria no sentido mais literal da palavra, ou seja, desacelerar por completo e viver os prazeres da vida tão sonhados, deve, no mínimo, ter dinheiro guardado e, obviamente, boas condições de saúde. Isso significa que se durante a sua trajetória profissional você não construir uma boa reserva e deixar de investir nos cuidados com o corpo e a mente, será impossível desfrutar de viagens, daquela casinha no sítio tão esperada, muito menos de bem estar e qualidade de vida”, destaca a especialista.

O mais importante, de acordo com a consultora, é que todo profissional comece, o quanto antes, a abandonar a cultura do imediatismo, muito presente no “jeitinho brasileiro”, ou seja, não pensar na aposentadoria apenas quando ela bater as portas. “Quando você, mesmo no auge de sua juventude e em plena atividade, tem total consciência de onde está e aonde quer chegar, o percurso torna-se mais assertivo, menos angustiante. Profissionais de sucesso vivem o hoje, mas sem jamais abandonar os planos do amanhã”, finaliza.

Tânia Zambelli oferece um programa específico para orientar pessoas que pensam na vida futura. O objetivo é identificar e restaurar talentos, acompanhar o processo de transição para novos desafios, alinhar carreira com propósito de vida, equilibrar vida pessoal e profissional gerenciando prioridades, ter uma vida com mais significado como consequência das escolhas conscientes, elaborar um plano de vida madura e profissional pós-aposentadoria e direcionar para empregabilidade, empreendedorismo e/ou ação social pós–aposentadoria. Tudo isso é feito com levantamento do perfil profissional, objetivos e metas de carreira, avaliação do mercado e elaboração de um plano de ação.

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