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21.12.2016
Economia compartilhada permite renda extra a proprietários de carros

O servidor público Maurício Grijo, de Belo Horizonte, tem dois carros na garagem. O custo com a manutenção dos veículos, como IPVA, seguro e gasolina, são um grande peso no orçamento. Já o fotógrafo Marcus Polonio, precisava ir numa festa em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, mas seu veículo estava na oficina mecânica.

Por meio do aplicativo Parpe, que acaba de ser lançado na capital mineira, os dois se encontraram e fizeram um bom negócio. O Maurício cadastrou um dos seus veículos na plataforma e conseguiu alugar para o Marcus por um preço até 30% menor que de locadoras tradicionais. Ele pôde, então, curtir a festa em Betim. Já o proprietário do carro ganhou uma renda extra para cobrir os custos com seus veículos. Essa é a economia compartilhada. As pessoas geram renda com seus próprios bens e outras se beneficiam de um processo desburocratizado e custos mais reduzidos.

Como funciona o negócio:

O Parpe é um aplicativo de compartilhamento de carros que permite que qualquer pessoa possa ganhar uma renda extra alugando o seu carro para outras que já fazem parte da economia compartilhada. Diferentemente de modelos de negócios que trabalham com frotas próprias de veículos para locação, o Parpe acredita na interação de pessoa para pessoa, chamada também de peer-to-peer. “O conceito é basicamente colocar à disposição de mais pessoas aquilo que é pouco utilizado por uma só. A economia colaborativa é uma tendência mundial e tem tudo a ver com o Brasil nesse momento”, explica Lucio Gomes, Diretor da plataforma Parpe, que atua em todo o território nacional, e já conta com mais de 600 veículos cadastrados e mais de 3 mil usuários ativos.

Como cadastrar o carro:

O interessado em alugar o próprio carro se cadastra gratuitamente na plataforma (www.parpe.com.br) e preenche um formulário com as características do veículo, incluindo fotografia, modelo, ano, opcionais, entre outras. O preço é estipulado pelo proprietário do carro, que costuma ficar mais barato que das locadoras tradicionais de veículos e com total segurança.

Uma apólice de seguro que cobre 100% do valor do carro na tabela FIPE, assim como danos e roubo durante a locação. A cobertura de seguro personalizada dá direito a assistência 24 horas de guincho e táxi, no caso de necessidade. O carro deve ser que ser devolvido da mesma forma que foi pego. Além disso, a solicitação de aluguel pode ser aceita ou não pelo proprietário do veículo, que consegue avaliar a reputação de quem está interessado no aluguel.

O pagamento é feito pelo sistema do Parpe, em um ambiente seguro para as transações, garantindo, assim, que o proprietário receberá o seu dinheiro 30 dias após a locação. No caso de multas durante o período de locação, a responsabilidade pelo pagamento do valor e penalidades serão de quem alugou o carro.

Sharing Economy

Apesar do crescimento do conceito de economia compartilhada, o Diretor explica que o mercado está apenas no início da expansão. “As pessoas estão se acostumando com esse novo modelo. Assim como qualquer novo negócio, e principalmente de internet, o maior desafio é as pessoas confiarem no novo modelo. Por isso, quanto mais simples e transparente formos, melhor é a experiencia do usuário, tanto o proprietário quanto o motorista”, afirma Lucio Gomes. Trata-se de uma tendência é mundial e veio para ficar. Existem no mercado vários modelos de negócios que fazem sucesso com a rede de compartilhamentos, um dos mais conhecidos é o mercado imobiliário, como o AirBnb. As pessoas de todo o mundo disponibilizam quartos e cômodos de casa ociosos para quem está de passagem por aquela cidade. Aluguel de malas, espaço para deixar cães e gatos, além do já conhecido aplicativo de carona, como o Uber e Bla-Bla-Car, são exemplos que têm dado certo.

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