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24.08.2015
Orquestra Sinfônica de Jerusalém apresenta-se em Belo Horizonte

A Orquestra Sinfônica de Jerusalém, sob regência do consagrado Maestro Frédéric Chaslin e com solo do violinista israelense, Itamar Zorman, subirá ao palco na Sala Minas Gerais, no dia 29 de agosto, às 20h30m, para um concerto beneficente em prol  da Federação Israelita do Estado de Minas Gerais (Fisemg).

 

Além de Belo Horizonte, a Orquestra Sinfônica de Jerusalém  também se apresentará  no Rio de Janeiro – 31 de  agosto- Teatro Municipal, em Curitiba, 1º  de setembro –  Teatro Positivo e em São Paulo – 03 de setembro – Teatro Alfa.

 

Programa:

J.Bardanashvili: Perpetuum Mobile  (8’)

Intro

Allegro furioso

Piotr Illitch Tchaikovsky: Concerto para violino em Ré maior, Op. 35 (37’)

Allegro moderato

Canzonetta – Andante

Finale – Allegro vivacissimo

Solista: Itamar Zorman

Intervalo

  1. Brahms: Sinfonia nº 4, em mi menor, Op. 98 (40’)

Allegro non troppo

Andante moderato

Allegro giocoso

Allegro energico e passionato

Orquestra Sinfônica de Jerusalém sob a regência de Frédéric Chaslin

Data: 29 de agosto de 2015  – Horário: 20h30m

Local: Sala Minas Gerais

Endereço: R. Tenente Brito Melo, 1.090 – Barro Preto

Preços: De R$ 50,00 a R$ 400,00 

Venda de ingressos: www.ingressorapido.com.br

Lotação: 1.420 lugares

Recomendação etária: Livre – Possui acesso para deficientes físicos

Orquestra Sinfônica de Jerusalém

Diretor Artístico: Maestro Frédéric Chaslin

Fundada em 1930 com o nome de Orquestra do Serviço de Radiodifusão Palestino, tornou-se Orquestra da Rádio de Israel a partir de 1948, data da independência do Estado de Israel. Adotou seu nome atual nos anos 1970, mantendo-se sempre ligada à Autoridade de Radiodifusão. Em sua condição de orquestra sinfônica da rádio, a maioria de seus concertos realizados em sua sede, Auditório Henry Crown, é gravada e transmitida para o público israelense.

Frédéric Chaslin é seu oitavo maestro titular, sucedendo a Mendi Rodan, Lukas Foss, Gary Bertini, Lawrence Foster e David Shallon. No final da temporada 2009-10, Leon Botstein deixou o cargo mas permanece como maestro honorário.

A orquestra possui amplo repertório, do período clássico ao romântico e tem promovido estreias mundiais de obras de compositores contemporâneos. Primeira orquestra israelense a executar obras de Sofia Gubaidulina, Henry Dutilleux e Alfred Schnittke entre outros contemporâneos, a OSJ encomenda e interpreta obras de compositores israelenses desde sua fundação.

Ao longo de sua história, já se apresentaram com a OSJ, entre outros, Igor Stravinsky, Otto Klemperer, Arthur Rubinstein, Yehudi Menuhin, Mstislav Rostropovich, Isaac Stern, Pablo Casals, Igor Markevitch, Henryk Szeryng, Yo-Yo Ma, Pierre Boulez, Neville Mariner, Christa Ludwig, Tabea Zimmermann, Martha Argerich, Radu Lupu, Jose Carreras, Jean-Pierre Rampal, Maxim Vengerov e Yefim Bronfman. Entre as estreias mundiais promovidas pela OSJ estão: a ópera Davi (Darius Milhaud,1954); a cantata Abraão e Isaac (Stravinsky) regida por Robert Craft em 1964; e As Sete Muralhas de Jerusalém (Krzysztof Penderecki) sob a batuta do Maestro Lorin Maazel – encomendada ao compositor polonês na passagem dos 3.000 anos de Jerusalém.

A OSJ fez turnês pela Europa e EUA, apresentando-se em salas de concertos como a Musikverein de Viena, a Philharmonie em Colônia e teatros em Düsseldorf, Frankfurt e Lucerna, o Carnegie Hall de Nova York e o Colón de Buenos Aires.

Em 26 de janeiro de 2015, regida por Frédéric Chaslin, realizou concerto na UNESCO em Paris no 70º aniversário da libertação do campo de Auschwitz.

Frédéric Chaslin

Maestro, pianista e compositor, é o atual Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica de Jerusalém. Formou-se no Conservatório de Paris e no Mozarteum de Salzburgo. Iniciou a carreira como regente aos 26 anos quando foi assistente de Daniel Barenboim e Pierre Boulez.

Foi Diretor Musical do Teatro Nacional de Mannheim (Alemanha), Ópera de Santa Fé (EUA), Ópera de Rouen (França)  comandou o Festival Bregenz (Áustria). Em 1997, atuou como Maestro Residente na Ópera Estatal de Viena, onde realizou a montagem de La Juive, de Fromental Halévy, com Neil Shicoff; regeu, além de mais de uma centena de concertos sinfônicos, o Fausto de Gounod na abertura do Festival de Macerata (Itália).

Já regeu todas as principais orquestras parisienses, a Sinfônica e a Filarmônica de Viena, a Hallé Manchester, Sinfônica de Londres e London Philharmonia. No domínio lírico, regeu nos principais festivais internacionais e companhias de ópera, em Nova York, Berlim, Munique, Leipzig, Madrid, Barcelona, Roma, Veneza, Escócia e País de Gales.  Entre outras comandou a montagem completa do Ciclo do Anel, Tristão e Isolda e, Tannhäuser de Richard Wagner; Tosca de Puccini e Andrea Chénier de Giordano no Novo Teatro Nacional de Tóquio; e Romeu e Julieta de Bellini na Ópera de Los Angeles. No Metropolitan Opera de Nova York, foi diretor musical de Il Trovatore e As Vésperas Sicilianas de Verdi, Os Contos de Hoffmann de Offenbach, O Barbeiro de Sevilha de Rossini e La Bohème de Puccini.

Também pianista, solou o Concerto Imperador – no. 5, de Beethoven acompanhado pela Orquestra Filarmônica de Viena. Compôs obras orquestrais, trilhas sonoras para o cinema e óperas. Entre outras, a suíte sinfônica Chagall, estreada pela Orquestra Sinfônica de Jerusalém  “Diva Dance”, escritaa para o filme “O Quinto Elemento” (1997). Sua ópera Wuthering Heights, com libreto de P.H. Fisher, foi gravada pela London Philharmonia com o London Sympony Chorus.

O maestro, pianista e compositor reflete de modo crítico sobre a música moderna e sua relação com o público no livro “Música em todos os sentidos”, publicado na França em 2009 (323 páginas, Ed. France-Empire), e também editado em inglês e alemão. Manejando conceitos psicanalíticos, neurológicos, semióticos e antigas tradições como a Cabala e a alquimia, Chaslin discute, a partir de sua tripla experiência como compositor, pianista e maestro, as origens, o presente e o futuro da música, os modos e emoções que ela provoca em nós, principalmente a música contemporânea em geral considerada hermética aos ouvidos do grande público.

Itamar Zorman (Israel)

Desde que venceu o Concurso Tchaikovsky em Moscou, em 2011, aos 26 anos, e solou ao lado da Orquestra Mariinsky regido por Valery Gergiev, o violinista nascido em Tel Aviv tem acumulado outros prêmios importantes e internacionalmente reputados, como a Avery Fisher Career Grant em 2013, e o Borletti-Buitoni Trust Award de 2014 (concedido por um júri do qual participou a pianista Mitsuko Uchida).

Nos últimos cinco anos, tem-se apresentado ou feito turnês com a Orquestra Filarmônica de Israel, Orquestra Sinfônica do Carnegie Hall, Het Gelds Orkest de Amsterdã, Sinfônica de Tóquio, Orquestra de Câmara da Rádio Polonesa, Orquestra Sinfônica do Estado Russo “Novaya Rossiya”, Filarmônica de St. Petersburgo, Sinfônica Haifa de Israel e Filarmônica de Baden Baden, entre outras.

Participou dos festivais de Música de Câmara dos Grandes Lagos (EUA), Marlboro, e de Aspen, nos Estados Unidos; do Festival da Academia Kronberg na Alemanha, do Heifetz Instituto Internacional de Música; e estreou no Festival Verbier (Suíça).

Como camerista, já tocou no Carnegie Hall, Lincoln Center e Kennedy Center, nos Estados Unidos. Fundou o Projeto de Câmara de Israel e integra o Lysander Piano Trio. Apoiado pela Fundação América-Israel Cultural, tem atuado em inúmeras masterclasses em todo o mundo, trabalhando em conjunto com Itzhak Perlman, Pinchas Zuckerman, Shlomo Mintz, Ida Haendel e Ivry Gitlis, entre outros.

Nascido em 1985, na cidade de Tel Aviv, iniciou estudos de violino aos 6 anos com Saly Bockel no Conservatório de Música de Israel. Formou-se em 2003 e continuou a ter aulas com David Chen e Nava Milo. Graduou-se em Música pela Academia de Música de Jerusalém. Mestre em Música pela Juilliard School (2009), estudou com Robert Mann e Sylvia Rosenberg. Formou-se em 2010 na Escola de Música de Manhattan  e em 2012 na Julliard. Atualmente, é aluno de Christian Tetzlaff na Academia Kronberg.

Em 2014 lançou seu primeiro CD, “Portrait”, pelo selo alemão Hänssler, com peças de Schubert, Brahms, Chausson, Hindemith e Messiaen, ao lado do pianista Kwan Yi.

Em seus concertos na turnê brasileira, Itamar Zorman toca o concerto de Tchaikovsky que lhe deu, na final do concurso de 2011 em Moscou, a medalha de ouro. Itamar Zorman toca num violino Pietro Guarneri da coleção particular de Yehuda Zisapel.

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