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13.11.2017
Profissionais muito técnicos podem ser bons líderes?

Segundo consultora em desenvolvimento de pessoas, até mesmo os profissionais extremamente técnicos podem desenvolver aptidões necessárias para ser um bom líder, como saber ouvir e se dirigir ao próximo.  

Saber gerir pessoas e entender as diferenças da equipe é fundamental para um bom líder. Entretanto, há quem, assumidamente, tenha dificuldade nessa tarefa, principalmente os profissionais mais técnicos, extremamente metódicos e/ou analíticos, que geralmente se preocupam apenas com os resultados, sem levar em consideração os caminhos que levam até eles e, tampouco, os potenciais de cada colaborador.

Para a consultora em desenvolvimento de pessoas Tânia Zambelli, com mais de 30 anos de experiência nas áreas de gestão de RH e consultoria organizacional, a principal ferramenta para um gestor excessivamente técnico conseguir fazer uma liderança com eficiência, é o processo de coach, também conhecido como executive coach. “Este profissional não vai mudar da água para o vinho. Ele, definitivamente, tem um perfil técnico e precisa aprender a liderar, mesmo possuindo características/comportamentos mais metódicos. O que o coach faz é criar subsídios para que esta pessoa desenvolva e/ou aprimore aptidões necessárias para ser um bom líder, como, por exemplo, saber ouvir, desenvolvendo a escuta ativa, e utilize-as em conjunto com seu perfil técnico”, explica.

Para tornar essa questão mais clara, Tânia cita como exemplo um engenheiro colocado no cargo de gestão. “Ele não teve formação para ser gestor. Não aprendeu profundamente como gerir pessoas. Na verdade, ele preocupa-se mais em executar do que ouvir e compartilhar conhecimento com as pessoas.” Neste sentido o papel do coach é fazer com que este profissional comece a escutar mais os outros para extrair deles o melhor, fomentar a motivação e engajamento do time e, consequentemente, conseguir resultados mais positivos para a empresa. “Isso é o que chamamos de liderança desenvolvida e aprendida, onde a pessoa não tem o dom nato para gerir pessoas, mas foi estimulada a ouvir, a compreender as diferenças do grupo, detectar potenciais e, desse modo, conseguir estabelecer um relacionamento com os colaboradores”, destaca Zambelli acrescentando ainda que a escuta ativa é um comportamento universal, portanto os profissionais podem desenvolvê-la e praticá-la.

Agenda Comunicação Integrada

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