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28.11.2017
Promessas de réveillon: por que é tão difícil tirá-las do papel?

Segundo a Coach Tânia Zambelli, existem pessoas que planejam muito, mas têm dificuldade em executar ou se curvam diante dos obstáculos do caminho, o que inviabiliza concretização de planos

Emagrecer, economizar um pouquinho, abandonar o cigarro, conquistar aquela promoção no emprego, se inscrever em um curso de especialização… Quem nunca se deparou fazendo essas promessas no réveillon? Mas quantas são cumpridas? Estudos realizados na Inglaterra e nos Estados Unidos indicam que menos de 10% das pessoas cumprem as metas traçadas tradicionalmente nesse período. O número é baixo? Sim, bastante! E existe uma explicação técnica para isso.

Segundo a Coach Tânia Zambelli, uma das dificuldades que algumas pessoas têm em realizar seus planos, pode ser por terem um perfil mais planejador e menos executor, ou seja, elas têm dificuldades para ‘fazer a coisa acontecer’. “Geralmente quem não consegue executar, leva essa limitação para várias áreas da vida, não só a profissional, como também financeira, sentimental, familiar”, afirma Tânia. A profissional acrescenta ainda que, uma pessoa pouco executora, quase sempre tem dificuldade em decidir coisas simples, seja por excesso de precaução, medo ou por simples procrastinação, como, por exemplo, a data de uma viagem ou o passeio do fim de semana com os amigos. “Às vezes ela tem, inclusive, muita vontade de fazer algo, mas não possui iniciativa, adia decisões ou espera os outros resolverem por ela”, revela.

Para Zambelli, quem tem esse perfil pouco executor, infelizmente, corre o risco de viver a vida perdendo o time das coisas e, a longo prazo oportunidades preciosas, por não ter realizado o que de fato gostaria.

Outro motivo que explica a limitação dessas pessoas em realizarem seus sonhos é a dificuldade em ultrapassar obstáculos. Diante dos primeiros empecilhos que aparecem no caminho rumo ao sonho, muitos desanimam ou sequer têm um plano B. “Entretanto, por maiores que sejam as adversidades, é necessário ser persistente. Temos que levar em conta que o mundo está cada vez mais volátil e as coisas mudam muito rapidamente. Nem sempre os nossos planos saem como pensamos. Por isso é preciso, até mesmo, pensar em caminhos alternativos caso algo não saia conforme o previsto inicialmente”, orienta Tânia.

Essa dificuldade em realizar sonhos é um dos motivos que, conforme aponta Zambelli, faz muitas pessoas recorrerem ao processo de coaching. Elas assumem que não conseguem ser executoras e pedem ajuda de um profissional para orientá-las. Nesse momento, o coach vai usar ferramentas, onde irá acompanhar seu cliente e ajudá-lo na tomada de decisões que possibilitem a realização do projeto.

Uma das premissas iniciais do coach, quando se depara com alguém que precisa realizar planos, mas tem dificuldades, é instigá-lo através de perguntas. “Supondo, por exemplo, que um cliente quer dar passos importantes na carreira no novo ano que se inicia. Primeiramente é preciso saber quais são as dificuldades que esse profissional encontra para, que assim, ele dê os primeiros passos e busque os caminhos. Também é importante saber o que ele já se propôs a fazer e que conseguiu realizar”, explica a especialista. Tânia ainda ressalta que muitas vezes a pessoa sabe quais são as ações que podem ser feitas, como por exemplo, investir em estudo, fazer pesquisas de cursos de especialização, consultar processos seletivos em instituições de ensino, e outras, entretanto não entende o porquê de ficar paralisada e nem conseguir construir um plano de ação.

Para evitar chegar ao fim de mais um ano com aquele sentimento de frustração de que nada do que desejamos aconteceu, Zambelli propõe que sejam feitas reflexões sobre as questões acima levantadas e à medida que as respostas forem aparecendo, é importante criar metas como forma de ultrapassar as dificuldades e um plano de curto, médio e longo prazo para colocar as ações em prática. “Desse modo as chances de chegar ao dia 31 de dezembro de 2018 com o sonho do réveillon anterior concretizado será bem maior, diante de um planejamento real e possível”, destaca.

Sonhos e planos: contar ou não contar?

 

Uma dúvida que muitas pessoas possuem é se devemos revelar ou não os nossos sonhos. Há quem acredite que essa conduta realmente não é tão interessante, uma vez que a inveja tem olhos e ouvidos bem atentos. Entretanto, ficar totalmente calado também não é legal. Tânia recomenda compartilhar os projetos com, pelo menos, alguém que possa, de fato, ser um incentivador. “Se você não compartilha com ninguém, provavelmente poderá declinar mais facilmente de suas promessas. Quando revelamos nossos objetivos a alguém de confiança, que acredita nos mesmos valores que os nossos e torce pelo nosso sucesso, criamos um compromisso maior em realizá-los, justamente para evitar cobranças de quem nos incentivou”, destaca.

Um exemplo: se você quer emagrecer no ano que vem, não adianta compartilhar esse desejo com alguém que não se interessa por atividades físicas e nem entende a importância de uma vida mais saudável. “O ideal é dividir esse plano com aquele amigo que pode, até mesmo, ajudá-lo a alcançar a meta idealizada”, finaliza Zambelli.

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