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29.06.2017
Saber usar aptidões pode ser trampolim para a carreira profissional

Ferramentas como análise de perfil e impulsionamento de aptidões são usadas para que profissional explore suas potencialidades a favor da carreira

Há quem acredite que o sucesso na carreira é algo que acontece naturalmente: nascemos ou não “predestinados” a exercer influência sobre os outros, bem como a conquistar admiração de uma grande quantidade de pessoas por onde passamos. Entretanto essa verdade não é única e tampouco absoluta. O desenvolvimento profissional também pode acontecer quando aprimoramos ou estimulamos competências, que muitas vezes nem sabemos que temos, inclusive da nossa vida pessoal.

De acordo com a consultora em desenvolvimento de pessoas Tânia Zambelli, com mais de 30 anos de carreira e experiência nas áreas de gestão de RH, consultoria organizacional e coaching, o primeiro passo para quem precisa ou deseja dar uma guinada na vida profissional, é conhecer suas expertises, ou seja, aquilo que possui de melhor e que certamente poderá agregar valor ao seu perfil. “Nesse sentido, contar com o apoio de um coach é importante. Ele poderá usar mecanismos capazes de mapear as potencialidades do profissional, como, por exemplo sua capacidade de argumentar e persuadir, seu poder de decisão, comprometimento, escuta ativa, engajamento, entre outras”, afirma.

Uma dessas ferramentas é o teste de análise de perfil, por meio do qual a pessoa consegue saber quais áreas de talento e competências que ela deve explorar. “Quando esse teste detecta, por exemplo, que a pessoa tem facilidade para se comunicar, a próxima etapa é ela descobrir, com meu auxílio, em que momento de sua vida usou essa competência. A partir daí é que começamos o trabalho de impulsionamento de aptidões. Uma vez descobertas ou redescobertas, essas expertises podem sim contribuir para que o profissional comece a usar seus talentos a favor de seu crescimento”, destaca Zambelli.

E engana-se quem pensa que esse desejo de explorar as competências para crescer é uma atitude típica dos profissionais jovens, em início de carreira. Tânia afirma que essa também é uma preocupação dos mais experientes. “Certa vez fui fazer um trabalho com um profissional com duas graduações, medicina e odontologia. Ele queria fazer um plano de carreira, mas antes precisava escolher sua especialização. Depois que eu mapeei seu perfil, ele constatou que, se quisesse ser assertivo na decisão, ou seja, escolher uma área de estudo que unisse as duas profissões, teria que se comunicar mais, deixar um pouco de lado a timidez para intensificar seu networking e encontrar contatos que facilitassem sua residência. Sabendo o que ele precisava aperfeiçoar para adentrar com mais sucesso em seu mercado, tratou logo de criar um perfil no Linkedin para fazer as coisas acontecerem”, exemplifica.

Por fim, a especialista afirma também que sempre que queremos modificar um comportamento temos que desenvolver uma postura oposta ao “hábito” e fazer disto algo corriqueiro. “Se você é do tipo que fala demasiado e já percebeu que essa conduta te atrapalha para conseguir aquela tão sonhada promoção, que tal começar a praticar sua discrição? O importante é saber que esse processo de mudança, embora exija persistência, é possível de ser efetivado. Muitas vezes, para chegarmos a determinados lugares em nossa carreira, dependemos muito mais de inteligência emocional do que expertises meramente técnicas”, finaliza Tânia.

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