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01.07.2016
Turbante que se popularizou na moda também é estratégia de beleza para mulheres que lutam contra o câncer

CLOCHETTE_CHOCOLATAcessório é ótima opção no inverno para quem quer esconder a falta dos cabelos perdidos na quimioterapia

 Pessoas que passam por quimioterapia tentem a perder os cabelos durante o tratamento. E para esconder a queda dos fios, as mulheres têm algumas opções disponíveis no mercado. Muitas vezes o uso de próteses e perucas é substituído por turbantes, que aliam modernidade e praticidade.

 O acessório virou o queridinho de muitas pacientes em tratamento, mas também é visto nas ruas por mulheres que gostam de moda, são autênticas e modernas, como blogueiras e fashionistas. Em 2016 ganhou força, mas a novidade não é de hoje. O turbante já foi muito usado pela Coco Chanel nos anos 20, Carmen Miranda e muitas mulheres nos anos 70.

A sócia-proprietária do Ntc Soluções Capilares, Ana Tompa, conta que o acessório se adapta a qualquer estilo ou raça, e o uso deles não se restringe a épocas específicas. Do jeans, camurça, a um formato mais tradicional de algodão, eles fazem a cabeça de muitas mulheres. Já os estampados são ótimas pedidas para as fashionistas que adoram abusar das cores mais ousadas, com exotismo e glamour. Inverno ou verão, a aposta é usá-los para complementar o look de um jeito bem fashion e ainda escapar de uma touca comum para se proteger do vento ou esconder a queda dos fios.

História dos turbantes na moda

         Os turbantes chegaram ao Brasil para compor, primeiramente, o traje das baianas. A princípio eles tinham função religiosa, sendo utilizado no candomblé, umbanda e outras religiões de matriz africana.

Nessas manifestações, ele representa o respeito e serve de proteção para os filhos de santo, principalmente para as mulheres.

Na moda, em 1930, o estilista francês Paul Poiret, inspirado pela indumentária oriental e nos figurinos exóticos, introduziu o acessório na alta costura, fazendo a cabeça de muitas socialites e artistas, entre elas Simone de Beavouir e Greta Garbo. Logo depois foi a vez de Carmen Miranda popularizar o acessório no Brasil.

Durante a Segunda Guerra Mundial, muitas mulheres usavam o turbante para esconder os maus tratos dos cabelos. Já na década de 60, o Movimento do Orgulho Negro, que teve origem nos Estados Unidos, fez com que o acessório novamente voltasse ao cenário como uma forma de afirmação para o povo negro. Recentemente apareceu em desfiles de grifes famosas como Prada e cada vez mais conquista adeptas no ocidente.

Sobre o Ntc Soluções Capilares:

Localizada em Belo Horizonte, no coração da Savassi, a empresa oferece soluções para problemas relacionados aos cabelos, como próteses e mais de 200 tipos de perucas. A empresa começou com a Wilma Perucas, há 55 anos, se modernizou e hoje tem direção de Ana e Fernanda Tompa. Saiba mais: www.solucoescapilares.com.br

Endereço: Av. Cristóvão Colombo 287 A /sobreloja 02 – Praça da Savassi – BH/MG – (31) 3284-3948 | 3281-3431

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